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A dona de casa Flávia Coutinho pede socorro para o filho viciado em internet. Ele tem 18 anos e não quer se identificar. Há mais de 5 anos, o jovem se esconde atrás da tela de um computador, onde encontrou refúgio longe dos problemas que começaram na infância, na escola, quando ele foi vítima de bullying. O rapaz não sai mais de casa, no Centro de Vitória, Espírito Santo.

A mãe conta que o rapaz sofre muito, está abaixo do peso, não se cuida, não come, nem dorme direito. “Ele sofreu muito bullying na escola e era chamado de mongol. Diziam que ele era feio e que tinha muita espinha. Colocavam ele lá embaixo. Na verdade, ele tem déficit de aprendizagem e problema na fala. No mundo virtual, ele encontrou alguém que não critica ele. Meu filho ganhou uma identidade”, disse.

“Ali, tenho amigos e sou melhor que na vida real”
Jovem viciado em internet

Leia a matéria completa no G1.

Pensando nos casais que se relacionam à distância, a Durex, fabricante de preservativos, está planejando lançar peças íntimas controladas por iPhone. O aplicativo vai melhorar a situação de quem apenas conversa com o parceiro  via webcam, voz ou texto. Através do app vai ser possível que os casais se “toquem”. 

[youtube]http://youtu.be/qb7DN3kpl2o[/youtube]

As roupas, intituladas de “Fundawear” são equipadas com uma tecnologia especial. Enquanto você toca os seios da sua namorada pelo smartphone, o sutiã emite estímulos para que a garota sinta a carícia.

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Vídeo mostra o processo de montagem do balão meteorológico e a viagem do trem de brinquedo.

O vídeo traz a história de um pai que enviou o trem de brinquedo preferido de seu filho para o espaço. A façanha foi realizada no dia 24 de agosto desse ano e registrada por Ron Fugelseth — o responsável por colocar o brinquedo em um balão meteorológico com uma câmera HD e um GPS.

[youtube]http://youtu.be/XoMN-zg7r3M[/youtube]

A filmagem mostra todo o processo de criação do balão e as imagens capturadas por ele no espaço. Outro detalhe que chama muito a atenção no vídeo são as expressões do trenzinho — que “ganhou vida” na gravação, mostrando sua felicidade em voar e seu medo quando o balão estourou.

Na descrição do vídeo, Fugelseth explica que seu filho de quatro anos é simplesmente inseparável de “Stanley”, o trem de brinquedo. Ele faz a comparação dos dois com Calvin e Haroldo — um garoto e um tigre de pelúcia que conquistaram milhares de fãs através de uma série de tiras criadas por Bill Watterson.

Nesta aventura, “Stanley “demorou uma hora para chegar à estratosfera e 20 minutos para cair de volta à terra. Como estava com um GPS acoplado, o brinquedo foi logo encontrado por Fugelseth e seu filho, em um campo de milho. Vale a pena conferir as imagens!

Fonte: YouTube | RonIsNeat

O termo pode ser relativamente novo, mas a prática é velha conhecida. Estamos falando do photobombing, a arte de arruinar uma fotografia, intencionalmente ou não, com uma aparição súbita e indesejada no plano de fundo.

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A primeira definição conhecida de “photobombing” do Urban Dictionary foi apresentada em 6 de maio de 2008. A ação é descrita como “Posar em fotos de outras pessoas intencionalmente, para uma posterior surpresa. Usualmente, as pessoas estão fazendo caretas no fundo, sem o conhecimento dos principais sujeitos da foto.” Em 23 de junho do mesmo ano, foi criado o grupo “Photobombers”, no Flickr, para que os membros pudessem compartilhar suas experiências de arruinar fotos alheias.

A ideia abrange desde os inofensivos chifrinhos nos amigos até exibições performáticas escandalosas, impossíveis de não serem notadas. Todo mundo que mantém álbuns fotográficos antigos sabe que a brincadeira precede a Internet, mas sua disseminação ocorreu principalmente na transição do filme tradicional para a fotografia digital, no início dos anos 2000. Outro fator que contribuiu para o fenômeno foi o surgimento de redes sociais e a facilidade para compartilhar de fotos, a exemplo do que acontece no Facebook e Orkut.

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Vários photobombs já se tornaram virais na Internet. Um dos exemplos recentes é o da arraia que “pulou” atrás de um grupo de amigas durante uma foto. Sites dedicados ao tema, como o Photobomb.net e o Tumblr Photobomb, reúnem uma enorme quantidade de casos e contribuem para que as fotos se espalhem pela web.

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O pioneiro do photobombing

Quem pratica esta modalidade de divertimento é chamado de “photobomber”. Um dos primeiros e mais notáveis photobombers é o americano Rollen Stewart, atualmente com 68 anos. Nas décadas de 70 e 80, Stewart invadia transmissões esportivas ao vivo usando uma peruca afro com as cores do arco-íris, razão pela qual recebeu o apelido de “Rainbow Man” (“Homem Arco-íris”). Atualmente, ele cumpre prisão perpétua por sequestro, o que deve significar que sua carreira de photobomber está encerrada.

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Video Bombing

É claro que a brincadeira ultrapassou as fronteiras da fotografia e chegou aos vídeos. Quando a aparição inoportuna é em uma filmagem, recebe o nome de video bombing. O Urban Dictionary também traz definição para esse termo, descrito de forma pouco menos sutil: “Interromper uma gravação de vídeo por ser um idiota.”

O espírito de galhofa é basicamente o mesmo do photobombing. A diferença é que o público-alvo é mais restrito – as vítimas normalmente são equipes de televisão que fazem reportagens ao vivo. No exemplo abaixo, um rapaz atrapalha a transmissão de uma repórter da “BBC”.

[youtube]http://youtu.be/emhzs7oi7uo[/youtube]


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