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Muitos homens se questionam sobre como pegar uma mina com sucesso. Pegar até pode ser fácil, mas se você curtiu e quiser ver ela de novo? Por isso da importância de conquistar a mulher para que a relação vá além de uns amassos. Porém, mesmo para os caras que se contentam em apenas pegar uma mina e querem alguns toques quanto ao que devem fazer, para ter sucesso com a mulherada e não deixar nenhuma delas escapar aprenda essa dica:

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Se você não tiver pegada, não come ninguém!
#ficaadica

O total de pessoas inativas – que nem trabalham, nem buscam ocupação – atingiu 19,194 milhões em abril, um crescimento de 4,2% frente aos 18,421 milhões de igual mês de 2013. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), essa alta foi puxada por aqueles que não gostariam de trabalhar.

Em um ano, esse grupo cresceu 5,7% e chegou a  17,374 milhões de pessoas em abril, o que representa 90% do total de inativos nas seis capitais pesquisadas pelo IBGE. “É um grupo formado por pessoas bem jovens ou mais velhas, e predominantemente por mulheres”, diz Adriana Berenguy, técnica do IBGE.

Segundo ela, o aumento do rendimento pode ser uma das razões para que essas pessoas tenham optado por não trabalhar. O grupo se concentra nas regiões de maior rendimento: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre.

No Rio, o montante de pessoas que não gostariam de trabalhar passou de 4,476 milhões em abril de 2013 para os atuais 4,717 milhões. Em São Paulo, foi de 6,457 milhões para 6,769 milhões.

Na avaliação da economista, o aumento da renda nos últimos anos possibilitou mulheres e jovens a saírem do mercado de trabalho para cuidar da casa ou estudar. Em abril, o rendimento médio real dos trabalhadores registrou queda de 0,6% ante março, mas aumento de 2,6% sobre igual mês de 2013.

A redução da procura por trabalho vem mantendo a taxa de desemprego em patamares mínimos históricos, mesmo com a queda de geração de vagas neste ano. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no país voltou a recuar e ficou em 4,9% em abril. O resultado foi o menor para o mês desde o início da série histórica em 2002.

Mas o mercado de trabalho vem perdendo força nos último meses. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado na quarta-feira pelo Ministério do Trabalho, mostrou que abril teve a pior criação de vagas com carteira assinada para esse período desde 1999, com abertura de 105.384 postos de trabalho.

O povo que menos quer trabalhar é lá da Bahia… shuausauhsahusau. Mera coincidência não? Veja no gráfico abaixo os dados representativos:

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Fonte: Metro Jornal

Cada povo, tribo ou religião tem práticas distintas. Algumas podem ser muito parecidas entre elas, mas outras podem ser um tanto esquisitas. Por exemplo, o que é muito comum para um muçulmano xiita, como sangrar horrores em rituais de autoflagelação, pode significar um show de horrores para nós.

Assim como essa, outras práticas culturais e religiosas chamam a atenção do mundo pela bizarrice no presente e também foram alvos de espanto no passado. Conheça algumas logo abaixo:

1 – Amputação de dedos na Indonésia

All That is Interesting

Imagine se a cada parente falecido seu você cortasse uma parte de seu dedo? Além da dor emocional, se tivéssemos essa prática por aqui, passaríamos por dores físicas extremas em alguns períodos de nossas vidas. Pois esse costume cruel faz parte da tribo Dani que fica na Indonésia e essa dor a mais sobra para as mulheres.

Lá, quando um membro da família morre, as mulheres da tribo expressam fisicamente o seu pesar cortando um pedaço da ponta de um de seus dedos. A prática cultural é realizada como um meio para satisfazer os fantasmas ancestrais. Apesar de já não ser tão frequente como no passado, alguns integrantes da tribo continuam a fazer o ritual.

Antes de serem amputados, os dedos são amarrados com uma corda por 30 minutos para adormecer a região. Depois disso, as pontas em feridas são queimadas para criar novo tecido cicatricial.

2 – Autoflagelação dos muçulmanos xiitas

Você já deve ter visto algumas cenas de manifestações xiitas em que os homens se autoflagelam com chibatadas nas costas até sangrarem ou mesmo batendo a mão nas suas cabeças. De fato, esse povo muçulmano é bastante conhecido por se martirizarem em praça pública.

No Ashura, que é um evento islâmico reconhecido por muçulmanos de todo o mundo, é celebrado o dia do martírio de Husayn ibn Ali (ou Imam Hussein), neto do profeta Maomé, na Batalha de Karbala no século 7. De acordo com a história, Hussein e seus companheiros foram repetidamente atingidos na cabeça com punhais e seu sangue foi derramado sobre as ruas muçulmanas.

Assim como foi no passado, o mesmo ritual é realizado por centenas de homens que derramam o seu próprio sangue em chocantes atos de autoflagelação com batidas de facões na cabeça. Segundo eles, isso serve como forma de absolver o pecado e lamentar o fato de que eles não estavam presentes para salvar Hussein.

3 – Ritual funerário dos esquimós

Alguém aí se lembra da Família Dinossauros? Em um episódio, chamado O Dia do Arremesso, o Dino deveria arremessar a sua sogra do alto de um penhasco num poço de piche para o seu fim, pois ela já tinha completado 72 anos e o “arremesso” para a morte fazia parte da tradição. Com exceção de arremessar a pessoa, com os esquimós acontecia algo parecido.

Embora quase não exista mais, a cerimônia consistia em colocar o corpo de um ancião falecido ou mesmo ainda vivo para enfrentar a sua velhice em um tipo de maca que ficaria a deriva das águas gélidas para a eternidade.

Os esquimós acreditam na vida após a morte e esta prática era uma forma de garantir que os idosos não fossem um fardo para a família, enviando-os para o seu fim forma digna e graciosa, de acordo com as tradições.

4 – Endocanibalismo em tribo amazônica

Na tribo Yanomami, da floresta amazônica (entre o Brasil e Venezuela), tomar uma sopinha pouco tempo depois do falecimento de um membro pode vir com um “temperinho” especial.

Essa tribo indígena é conhecida por sua tradição de endocanibalismo. Quando uma pessoa morre, o ritual consiste em envolver o cadáver em folhas e permitir que os insetos ataquem o corpo em decomposição.

Após 30 a 45 dias, os ossos são recolhidos, triturados, pulverizados e misturados numa sopa de banana para ser consumida por todos. Mas ainda sobra um pouquinho do pó de índio para ser consumido após um ano, quando eles consomem novamente com uma sopa de folhas de bananeira. Segundo a tradição, o ritual ajuda a garantir que as almas encontrem seu caminho para o paraíso.

5 – Sacrifício de ursos em tribos do Japão e Rússia

Ursos de verdade são ferozes e perigosos, mas nem por isso há motivo para matá-los se eles não atacarem. Bem, isso não era problema para o povo Ainu, que engloba algumas tribos indígenas que vivem em ilhas do Japão e da Rússia (Hokaido, ilhas Curilas e Sacalina).

Nesses locais, esses povos sacrificavam ursos em nome da devoção à religião e à natureza, acreditando que esses animais eram deuses andando entre os seres humanos. Dessa forma, eles achavam que o sacrifício do urso abençoava a alma da humanidade.

Além de sacrificarem os ursos, os membros das tribos bebiam o sangue do animal, comiam a carne e colocavam o crânio em cima de uma lança envolvida com a pele dele. Apesar da prática já não ser tão difundida, ela ainda ocorre em algumas áreas.

6 – Carregar a noiva andando em brasas na China

Embora seja praticado ainda em poucas regiões da China, esse costume, de o noivo carregar a noiva andando sobre brasas antes de chegar a sua casa, ainda é um tanto bizarro.  Segundo a tradição, o ritual garante que a mulher tenha uma gravidez tranquila e um parto bem-sucedido.

7 – Vivendo com os mortos na Indonésia

Qualquer semelhança com o filme Um Morto Muito Louco não é mera coincidência. Pegar o falecido mumificado, botar uma roupa maneira e levar para passear é algo bastante comum para alguns grupos étnicos no distrito Toraja, na Indonésia.

Lá, eles praticam um ritual de viver com os cadáveres de seus entes queridos durante meses antes de enterrá-los. Uma coisa, assim, bastante agradável, não é mesmo? O cadáver é mantido em segurança em uma sala separada na casa até que o corpo possa ser devidamente enterrado. Nesse meio tempo, eles carregam eles para alguns lugares, equilibrando os corpos de pé.

Este ritual, no entanto, tem menos a ver com a tradição e mais com dinheiro. Segundo a tradição, o morto é julgado no céu e só é considerado bem-sucedido para ter passe livre por lá pela quantidade de espírito de animais que o levou até o território celestial.

Dessa forma, de julho a outubro acontecem as cerimônias fúnebres com o sacrifício de centenas de animais. Mas as pessoas devem pagar uma fortuna por isso, para que o seu parente possa ser enterrado e “levado” pelos animais. Por isso, eles ficam tanto tempo dando bandeira na casa dos familiares.

Fonte: Mega Curioso.

Com visual novo, as funkeiras impressionaram a galera nas festas de seis anos da Rádio BEAT98

As garotas do Bonde das Maravilhas exibiram o visual novo e passos ousados na festa de seis anos da Rádio BEAT98 neste domingo no Olaria Atletico Clube. De shortinhos curtos, barrigas de fora e os cabelos alongados, elas tentaram ensinar o passo do bate bate e os quadradinhos invertidos para a galera. Em alguns momentos, é preciso encaixar uma a as duas pernas de uma na cintura da outra.

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BÔNUS:

[youtube]http://youtu.be/-O33fT-orUY[/youtube]

Fonte: Globo

Ação publicitária da Ubisoft ultrapassou as 5 milhões de visualizações em menos de quatro dias

Controlar a iluminação pública, câmeras de segurança, caixas eletrônicos, entrar em qualquer carro e dobrar uma cidade inteira a seus pés com o uso de um aplicativo, na tela de um celular.

O cenário acontece no game Watch Dogs, cujo protagonista Aiden Pearce é um hacker tão talentoso que consegue acessar e controlar a cidade de Chicago através do seu smartphone.

Para promover o lançamento do jogo, a empresa criadora Ubisoft armou uma pegadinha com consumidores, fingindo dar a eles a capacidade de também hackear o ambiente.

Tudo começa com pessoas atraídas para uma lojinha de reparo para celulares. Ao buscar ajuda, os donos dos aparelhos eram recebidos por um vendedor de sotaque indiano típico, bem caricato. Ele logo revelava ter incluído no serviço um app com funções especiais, que regula funções do entorno, e até mesmo da rua.

Usando câmeras escondidas e um grande número de atores, as vítimas são levadas a pensar que geraram o caos no local, atraindo até a polícia. No final, a mentira é revelada.

Assista ao vídeo (com legendas em português):

[youtube]http://youtu.be/30rt8-GRztk[/youtube]

É mais uma marca a apostar no formato das pegadinhas publicitárias, que explodiu no ano de 2013, garantindo a desejada viralização para algumas ações de marketing. Parece ter dado certo: o vídeo da Ubisoft, publicado na última sexta-feira, já se aproxima dos 6 milhões de visualizações. A criação é da BETC, de Paris.

O game Watch Dogs chega no 27 de maio para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360 e PC, com uma versão para Wii U planejada para o final do ano.

Making-of:

[youtube]http://youtu.be/iW99F_4MvD0[/youtube]

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Fonte: Exame


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